segunda-feira, 3 de março de 2008

PROPOSTAS:

PROPOSTA NÚMERO UM.

EXTINÇÃO DO USO INDISCRIMINADO DAS DESIGNAÇÕES.


Acompanhe novas propostas pelo blog.

17 comentários:

Anônimo disse...

Mas bah, essa proposta já é uma mão na roda. Acredito que mais 90% dos defensores públicos querem o fim dessas designações injustas, fruto do apadrinhamento e da velha política do "toma lá, da cá".
Parabéns pela proposta. Só por isso, na primeira vez em que vou votar para Defensor-Geral, te escolhi, Cleomir.

Anônimo disse...

Show. Estava na hora disso acontecer...

Anônimo disse...

acho que todos que entramos na Defensoria esperamos que as designações acabem de vez.

Anônimo disse...

As designações sempre existiram.
Não são de agora... Os mais antigos sabem.

Anônimo disse...

Concordo. Sempre houve designações. A diferença é que, antes, eram poucas e não duravam tanto.

Anônimo disse...

se sempre existiram, está na hora de acabar!!! PENSEM NISSO DEFENSORES, OS MAIORES PREJUDICADOS.

Anônimo disse...

E QUAL SERÁ O CRITÉRIO, JÁ QUE AS DESIGNAÇÕES NÃO SERÃO ESTINTAS?

Anônimo disse...

O que tem de imperar sao as classificaçoes. Designaçoes somente em casos extraordinários. Principio da impessoalidade deve ser aplicado na DPE. Isso deve ser estendido às substituições também.

Anônimo disse...

Dra. Cleomir:

Atualize o blog, por favor.
Posicione-se a respeito de tudo o que vem acontecendo.
Queremos saber sua opinião e idéias a respeito.

Anônimo disse...

A designação de um Defensor para atuação em outro órgão de atuação que não o de sua classificação só se justifica nas hipóteses de afastamento do classificado (cargo na administração, por exemplo) e extrema necessidade de serviço (atuação excepcional). As designações sempre existiram como referiu um colega anônimo, entretanto, ao que se sabe, especialmente os mais antigos, nunca foram usadas como moeda de troca. Virginia Ghisleni

Anônimo disse...

No passado foram usadas indiscriminadamente, em número não desprezível e sem prazo determinado. Qualquer dúvida é só questionar uma colega - excelente Defensora Pública - que até dois atras padecia longos anos na Comarca de Rio Grande, enquanto uma amiga do rei e do resto da Corte, permanecia em Pelotas, designada, embora classificada em Rio Grande, sem qualquer critério.

Anônimo disse...

O triste comentário do(a) colega acima demontra bem a falta de informação e conhecimento do que acontece dentro da nossa Instituição. É por semear intrigas como essa que vemos cada vez mais a desunião e desrespeito entre os defensores públicos. Está na hora de pensar em ouvir os argumentos e verdades de todas as partes e não de apenas um lado. Gostaria de ver uma Defensoria Pública mais altiva e merecedora de respeito de todo povo e principalmente dos Defensores Públicos que devem começar respeitando a si próprios.

Cleomir de Oliveira Carrão disse...

A eliminação total das desginações é inviável administrativamente por razões óbvias.

Entretanto, elas não podem se eternizar e prejudicar outros.

Então, devem ser realizadas com o máximo de impessoalidade, sempre respeitando o interesse público maior e a antigüidade dos interessados.

Cleomir Carrão.

Anônimo disse...

Quase que diariamente no DOE é publicado mais designações. Quem não viu, é só acessar por ex. o DOE de ontem. O que isso parece, em véspera de eleição?

fernanda disse...

Ao ler o comentário do(a) colega, o qual me remeteu à situação de certa similhitude vivenciada por mim na Carreira durante longos e difíceis anos, sinto-me muito gratificada em saber que os colegas também não concordam com a injustiça das designações subjetivas. E, ademais, entendo que respeito também se consquista com atuação pública pautada em coleguismo e critérios de impessoalidade, objetividade e transparência, especialmente no trato entre Administração e Defensores Públicos.

Anônimo disse...

Essa é, com certeza, uma proposta contra as absurdas designações de alguns privilegiados que, ficaram perto da capital porque, em tese, teriam ´influência´ na AL. Que influ~encia? Qual influência? Se a atual DPG sequer conseguiu o voto do irmão? e a vice, Dra. Léa, cujo filho é procurador do estado na casa civil o qual, salvo melhor juízo, ajudou a elaborar o veto ao nosso subsídio. Como são representativas essas nossas líderes. Ora, pois, vamos TROCAR. CHEGA DE HIPOCRISIA

Anônimo disse...

Não me preocupa o grito raivoso e, por vezes educado, dos incorformados, mas, isso sim, o silêncio dos coniventes. Afora isso, um recado para os colegas do segundo concurso: Olha, todas as chances foram dadas à atual administração e NADA CONSEGUIRAM, NENHUM CENTAVO. Pior impossível. E ainda querem reeleição. Por favor, vocês podem ser jovens, mas não precisam ser ingênuos.